O acordo de cooperação para a criação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) foi prorrogado por mais dois anos e ampliado com a criação de duas novas bases no estado de São Paulo. A assinatura do termo ocorreu nesta terça-feira (14), na sede da Superintendência da Polícia Federal em São Paulo, na zona oeste da capital. Desde a criação, em 2023, as equipes já realizaram 260 operações contra o crime organizado.
A iniciativa reúne a Polícia Federal, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) de São Paulo, a Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) e a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP).
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“Esse acordo reforça o comprometimento do Estado em desarticular organizações criminosas de forma integrada, buscando a responsabilização criminal de todos os seus integrantes, além de contribuir para a redução dos índices de criminalidade e violência”, afirmou o secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves.
O novo acordo prevê a expansão com a criação de duas novas bases da Ficco para as regiões de Santos, no litoral paulista, e em Paulínia, na região de Campinas, consideradas estratégicas no enfrentamento ao crime organizado. Também passa a contar com a participação da Polícia Rodoviária Federal (PRF), ampliando o alcance das ações e fortalecendo o combate aos ilícitos. O termo tem vigência prevista até abril de 2029, podendo ser novamente prorrogado.
“Todos os órgãos que atuam na segurança pública no estado de são Paulo conseguem produzir, por meio da Ficco, resultados extremamente positivos. É um projeto de segurança pública onde há integração de todas as forças policiais voltadas ao mesmo propósito”, destacou o superintendente regional da Polícia Federal em São Paulo, Rodrigo Luis Sanfurgo de Carvalho.
O plano de trabalho tem como objetivo ampliar a integração entre a União e o Estado de São Paulo, tornando mais eficaz o combate a crimes violentos, ao tráfico de drogas e de armas, praticados por organizações criminosas. A atuação conjunta, com o compartilhamento de dados, inteligência e expertise entre as forças de segurança, permitirá o desenvolvimento de estratégias mais precisas e eficazes no enfrentamento ao crime organizado, segundo os órgãos envolvidos no acordo.













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